A missão em si tem ainda uma série de estruturas, desde uma carpintaria, a diversas escolas, incluindo uma escola secundária, que acolhe cerca de 150 meninas em regime de internato. Tudo está muito bem organizado e bem estruturado, as meninas vê-se que estão a ter uma educação a cima da média. (Bom, verdade seja dita, que a minha fasquia agora está bastante baixa)
Aliás ao nível da educação, foi coisa que reparamos em todo o Malawi, felizmente lá não existe a história que existe em Moçambique de nada poder ser particular, ou seja, lá a igreja não está de mãos atadas a ver a degradação da educação (como acontece cá em Moçambique), e de facto vão se encontrado montes e montes de escolas cristãs (mas abertas a todos quantos queiram, independentemente da sua religião).
Em Namwera, além da missão, visitamos ainda a escola secundária pública, um orfanato de uma ONG Italiana, que nos pareceu estar a funcionar muito bem, pelo menos parece super organizado, e mais uma vez é um espaço lindíssimo!
Depois, tivemos uma visita guiada até à cidade mais próxima, Mangochi, e até ao lago do Niassa, mas desta vez do outro lado. Bem é difícil dizer qual dos lados acho mais bonito em termos de beleza natural, enquanto do lado Moçambicano o lago parece estar completamente encaixado em montanhas, do lado do Malawi, a anunciar o lago, aparece-nos uma vale de dimensões indescritíveis e de beleza igualmente impossível de expressar, assim toda a zona do lago se encontra numa zona já bastante plana, integrada no vale.
Se em termos de paisagem é difícil dizer o lado melhor, em termos turísticos não existe discussão possível! No lado de Moçambique uns quartitos, um restaurante e um barzito mal amanhados, no lado do Malawi, resorts, hotéis, parques de campismo, restaurantes e bares, todos bastante integrados na envolvente disputam a vista para o lago.
Até outro dia!
1 comentário:
Parece que há uns com mais olho para o negócio do que outros...
Diverte-te
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